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Problemas com a Alimentação

É difícil entender a proporção de problemas como os problemas que envolvem a alimentação, não se tem uma explicação e nem um “porque” em assuntos como: enquanto tanta gente morre de fome pelo mundo, outras sofrem para fazer dietas de emagrecimento e outras simplesmente se recusam a se alimentar e morrem de fomes por medo de ficarem gordas. Problemas como a obesidade, a anorexia e suas derivações e até mesmo os problemas em países que as pessoas não têm absolutamente nada para comer. Algumas pessoas possuem distúrbio alimentar, ou seja, tem dificuldade para comer, seja por medo de engordar ou pelo fato de já estar com o peso acima da média, casos assim são mais comuns ver em mulheres do que em homens. A “Revista Internacional de Distúrbios Alimentares” publicou uma matéria em que constatava um novo estudo, a reportagem foi uma luz lançada para o assunto onde há pessoas que, aparentemente, tem facilidade para comer e sofre do distúrbio de engordar. Matérias como estas divulgadas em revistas internacionais são programadas para servirem de alerta para todo mundo que mesmo sem perceber sofre de problemas como estes.
A variação de conceitos entre pessoas que se alimentam normalmente e, em relação aos alimentos são saudáveis, e pessoas que sofrem de distúrbios alimentares, na maioria das vezes anorexia nervosa, é impressionante. De acordo com o conceito popular, se alimentar bem trás diversos tipos de prazeres e benefícios, a saúde se eleva devido a ingestão proteínas, carboidratos, vitaminas e diversos outros fatores que contribuem para o bem estar de um ser humano, porém, para pessoas que possuem este distúrbio a alimentação é vista como um “inimigo” onde qualquer coisa a ser ingerida trará como consequência a obesidade. Pode até parecer um assunto meio excessivo, mas não é, isto é um problema grave em diversos cantos do mundo. A anorexia causa ansiedade na vitima, e que ao negar o alimento que está a sua disposição, se sentem mais aliviadas, mais ou menos como se ao falar “não” para a comida, a pessoa estivesse se livrando de um inimigo. As doenças são tão fortes que, mesmo sem querer, afetam o psicológico da pessoa e causam certo distúrbio em suas vidas. Os problemas são frequentes e umas das respostas para isto são as ausências de estimulantes naturais, que se produzem automaticamente no organismo, para que haja o interesse pelo alimento e a fome.
Em estudos realizados a alguns anos atrás, os cientistas e psicólogos já identificaram que o cérebro libera um funcionamento chamado “neurotransmissor dopamina”, que é liberado no momento em que o ser humano experimenta uma comida saborosa. Um elemento como este, devido ao bloqueio psicológico da vítima, não se é liberado ao experimentar qualquer tipo de alimento, e ao contrário disto, o bloqueio cerebral da pessoa é tão forte que é capaz de produzir e enviar para o corpo uma sensação totalmente oposta, onde o principal fator em mente é a rejeição pela comida. O neurotransmissor chamado de “dopamina” é produzido no cérebro por células do sistema nervoso e é responsável por emitir as sensações de prazer e motivação, é uma célula muito importante no dia a dia e nos afazeres de um ser humano. Para efetuar um estudo sobre este neurotransmissor, os pesquisadores da Universidade da Califórnia, induziram a liberação desta substancia em garotas voluntárias com uma pequena ajuda da droga “anfetamina”, e ao aplicar e efetuar os estudos observaram os cérebros das garotas com o auxilio de um equipamento chamado “Tomografia de Emissão de Pósitrons”, ou mais conhecido pelos médicos como “PET”.
E então, durante as avaliações medicinais realizadas neste estudo, foi possível ver que no cérebro de mulheres em que a saúde estava perfeita e a alimentação estava em dia sem excesso ou ausência de algo, a dopamina ativou toda a região que estava ligada à recompensa e trouxe como consequência a sensação de prazer. Porém, para as garotas do teste que sofriam de anorexia, a substância produzida automaticamente por elas ativou toda a região que estava relacionada a preocupação com o que poderia vir pela frente e causou o sentimento de ansiedade, ao contrario das saudáveis. Então, de acordo com os pesquisadores, esta foi a primeira vez na história em que um grupo chegou perto de se obter uma explicação científica para explicar a relação que as pessoas que sofrem de anorexia tem com a comida, e foi constatado que existe um certo “receio” de se alimentar, ao contrario do que pensavam antes, onde era dito que as pessoas que sofriam de anorexia tinham um caso raro de “alergia” a qualquer tipo de alimento comum. Embora cada estudo tenha o seu conceito, os fatores que envolvem toda a parte cerebral é a mais cabível mediante a algumas conclusões.

Em outros casos relacionados a alimentação, a obesidade entra bastante em contesto. A obesidade está diretamente ligada ao risco elevado de que a vítima possa contrair a diabetes do tipo II, que é muito popular por estar relacionada ao comprometimento de todas as habilidades cognitivas da então vítima. Um cientista chamado Antônio Convit, da Escola de Medicina da Universidade de Nova York, realizou uma pesquisa onde visava os impactos que a obesidade poderia causar nas estruturas relacionadas ao tamanho do cérebro humano. Então, o cientista Convit utilizou os recursos da ressonância magnética para comparar os cérebros de 44 pessoas diferentes, entre homens e mulheres com mais de 25 anos, todas com problemas de obesidade, e reuniu mais 19 pessoas aleatórias com base nas mesmas idades, porém sem o problema de obesidade. Então, após alguns dias de estudos, ele percebeu e concluiu que as pessoas com problemas de obesidade tinham uma quantidade a mais de água nas amídalas cerebelosas, que é uma parte do cérebro envolvida dentro do comportamento alimentar. Segundo a pesquisa realizada, o “córtex orbitofrontal” era menor em pessoas com problemas de obesidade, e esta região do cérebro é extremamente importante para o controle do impulso e também age direto no comportamento alimentar. Então ficou constatado que isto pode significar que existem neurônios a menos ou que estes neurônios são menores.
Aproveitando os estudos e pesquisas dos problemas relacionados à obesidade, os especialistas andam comentando que a substância que dá origem ao Botox e que realiza o tratamento antirrugas mais crescente nos mercados deste meio, segundo a Asaps, que é a Sociedade Americana de Cirurgia Plástica Estética, pode sim ajudar a emagrecer. O elemento chamado “toxina botulínica” é estudada pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e tem como fundamento a diminuição da intensidade que o estomago da pessoa que sofre de obesidade faz, e assim tornar a digestão mais lenta, como em um ser humano 100% saudável. Então, ao ser aplicada na parte do estomago que é responsável por expulsar o alimento para o intestino (é chamada de antro), esta substancia faz com que a fome levasse mais tempo para se construir. O gastrocirurgião da Universidade Federal de Minas Gerais, Aloísio Cardoso Junior, é responsável por este novo estudo e diz que o procedimento não tem intenção de mexer na anatomia do corpo humano de forma parecida com a redução de estomago, mas que mesmo assim pode ser feita uma cirurgia. Com constatações assim, é fácil presumir que isto pode ser uma boa noticia para as pessoas obesas, e então o doutor concluiu dizendo que o paciente ainda pode ir para casa algumas horas após a aplicação, dando mais segurança e conforto ao paciente.

Os estudos de anorexia, realizado a mais ou menos um ano atrás com algumas das mulheres que haviam sido curadas desta doença tão grave, fizeram com que os cientistas desconfiassem que existisse uma diferença na recepção de dopamina e que não fosse causada por um longo período sem se alimentar, mas que este problema seja uma condição pessoal de determinado paciente, e que aquilo é basicamente fruto de um psicológico abalado ou traumatizado por experiências negativas anteriores relacionados a alimentação ou o peso desta mesma pessoa. E apesar de os cientistas descobrirem que a dopamina e, consequentemente, a comida ou a emoção que faz esta substancia ser liberada, podem gerar ansiedades nos pacientes que sofrem de anorexia, eles passaram a afirmar que é basicamente imprescindível fazer com estas pessoas que sofram deste mal comam adequadamente e normalmente tal como uma pessoa saudável, tudo isto porque a doença está focada no cérebro desta pessoa, e que a única coisa que pode cura-la é a alimentação, e a única coisa que pode fazer ela se alimentar é ela mesma, tornando assim, o caso ainda mais crítico diante dos diagnósticos comuns retratados nas mídias ou em outros veículos de comunicação. A doença não é uma ciência certa, embora os diagnósticos confirmem que ela é causada pelo receio de se alimentar e por motivos como não querer que o peso se eleve com medo da obesidade ou por algum trauma anterior, ainda não se tem uma cura que demonstre absoluta certeza para os pacientes, e então, resta esperar grandes avanços da ciência ou que os pacientes busquem melhorias para eles mesmos.
Por fim, doenças assim preocupam todo o tipo de pessoa, preocupam tanto quem é da família, quanto quem não faz parte da mesma. Os pacientes tanto de anorexia, quanto de obesidade, devem ser tratados com cautela, e ficar sob observação dos mais atenciosos médicos e familiares. Os casos mais comuns de anorexia são em jovens meninas que possuem um terrível medo de engordar, então, colocam na cabeça que qualquer comida que forem ingerir vai aumentar seu respectivo peso em quantidades absurdas, prejudicando assim a alimentação da pessoa, em alguns casos a anorexia está ligada a uma exclusão social, principalmente quando uma garota gosta de um menino e é rejeitada por ele, aquilo se torna um trauma onde ela acha que está acima do peso e de alguma forma não consegue lhe chamar a atenção. Em casos de obesidade, é muito mais provável encontrar pessoas que já possuam uma genética onde se encontram familiares que possuam, porém o perigo pior esta para o funcionamento do coração e para a movimentação que envolve os ossos, o peso pode comprometê-los ao sedentarismo. Embora os estudos estejam bastante ligados nessas doenças, é importante que os pacientes se interajam e procurem saber mais sobre as curas e melhorias destinadas a este tipo de problema, afinal, a saúde deve vir em primeiro lugar sempre.
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