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Cientista Brasileiro Eleito para Academia de Ciências nos EUA

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Cientista Brasileiro Eleito para Academia de Ciências nos EUA

O nome dele é Michel Nussenzweig, um tanto quanto difícil de pronunciar, e ele quase não fala o português que estamos acostumados a nos comunicar, entretanto este cientista anda se preocupando muito com a ciência brasileira e a denominada “fuga de cérebros”. No último dia 03 de maio de 2011, ele foi eleito para adentrar e fazer parte da Academia Nacional de Ciências nos Estados Unidos, com funções e cotas de pesquisadores americanos. A notícia repercutiu muito bem nos Estados Unidos, local onde é muito reconhecido e elogiado por seu trabalho. Embora aqui no Brasil, poucas notas de publicações tenham sido divulgadas na mídia, a notícia movimentou alguns sites da internet, que trouxeram a noticia logo após a sua execução. O cientista brasileiro é praticamente uma exceção, ele divide a honraria dos laboratórios com mais sete cientistas brasileiros de diversos estados, a eleição é excelente para quem está em busca de um ótimo reconhecimento de nome no mundo, e desta vez o Brasil consegue aparecer em solos estrangeiros mais uma vez por possuir talentos que muitas vezes não são reconhecidos.

A história de Michel Nussenzweig nos Estados Unidos se iniciou aos 12 anos de idade, quando mudou para lá com os pais. Ele foi nomeado à Academia por outros cientistas dos quais não esperava, e declarou que se sentiu surpreso por ter conquistado este privilégio. Suas funções dentro da Academia vão obriga-lo a lidar com encargos que toda a participação da organização inteira vem a exigir. O cientista brasileiro, após se acalmar depois do choque de ser eleito, concedeu uma pequena entrevista em que disse que terá responsabilidade diante de aconselhamentos para o governo norte-americano em todos os assuntos que tiverem relação com a minha experiência e a minha área, caso for requisitado. Depoimentos assim são a chave de entrada para uma boa estadia na Academia, demonstrando simpatia e servidão a um país que vive de patriotismo. Além de poder estar presente e servir os laboratórios americanos, o cientista ainda terá o direito de publicar conteúdos relacionados à suas áreas na revista “Proceendings Of The National Academy Of Sciences”, uma das revistas cientificas mais conhecidas da mídia norte-americana.

Michel estudou medicina boa parte de sua vida universitária, é PhD pela Universidade Rockefeller e é considerada uma das maiores e mais potentes autoridades em células dendríticas, que são células do sistema imunológico do ser humano que podem manter a tolerância que o organismo necessita ou desencadear respostas de defesa aos possíveis agentes que invadem o corpo, como bactérias ou micróbios comuns, além de também poderem em linfócitos B. Hoje em dia, Michel Nussenweig treina estudantes de PhD e Pós-Doutorado, trabalha em empresas de biotecnologias e instituições provenientes do mesmo assunto como o instituto “Pasteur”, que fica localizado em Paris na França. O brasileiro é muito bem formado e sem duvidas faz parte de um ciclo científico devidamente elogiável, é gratificante para o povo brasileiro ver os vários tipos de culturas e dentre elas encontrar um cientista brasileiro respeitado. Para muitos, isto é um feito muito difícil e praticamente impossível, porém com exemplos assim é fácil ver que o segredo disto tudo é o esforço, a competência e, o mais importante, o estudo.

Ainda seguindo os campos da imunologia, seu laboratório particular tem como fundamento adicional a pesquisa de clonagem de anticorpos que são capazes de agirem em proteção do ser humano contra o vírus HIV, o vírus da AIDS, que dão somente em alguns seres humanos raros, que os produzem naturalmente em seus respectivos organismos. James Nussenzweig ainda deu um depoimento com a seguinte frase: “Minha esperança é encontrar anticorpos úteis para o tratamento e entender como reproduzi-los em indivíduos não infectados, pelo próprio HIV, para tentar produzir uma vacina”. A preocupação com doenças destes níveis são evidentes aos olhos de cientistas semelhantes a James, o mais interessante é que estas pesquisas nos mostram que mesmo um vírus tão perigoso e forte como o HIV ainda pode surpreender e ser combatido através de minúsculos anticorpos. O sucesso do cientista brasileiro cativou a América por preocupações deste tipo, e além do mais, o fato de se importar de verdade com a ciência relacionada à saúde de um ser humano, teve contribuição direta para que ele fosse eleito um membro da Academia.

O pesquisador e cientista, em outros projetos de ciência, tentou trabalhar em parceria com outras instituições e outros cientistas brasileiros, porém todo a tentativa não resultou em uniões concretas. Porém, recentemente, quando um jornalista tocou no assunto ele alegou que ainda espera sem desistir para que esta parceria tenha muito sucesso e seja responsável por grandes contribuições cientificas. Confirmou para uma outra entrevista que conhece pouco o procedimento de pesquisas cientificas brasileiras, no entanto, disse com orgulho que o país deveria aproveitar este momento que o nome dos cientistas estão vivendo em solos estrangeiros e fazer disso um benefício para novas pesquisas, afinal, o nome do país está em alta neste meio, e ainda disse que outras nações estão tirando mais vantagens de cientistas brasileiros expatriados do que o próprio país, e então entra todo o processo de aceleração científica nacional mediante a inovações que prometem chegar. O uso de cientistas fora do Brasil faz com que o país perca um pouco de produtividade em questão de projetos e pesquisas, há anto potencial escondido, porém os recursos não são tão fortes quanto os recursos de um país de primeiro mundo como é o caso dos Estados Unidos.

Para James, um exemplo excelente para se dar nestas situações é o país da China, que por sua vez tem um ótimo aproveitamento do conhecimento gerado em seus territórios para com o mundo a fora, ou seja, as qualidades e inteligências de seus patriotas são referencias no resto do mundo, coisa que não acontece no Brasil, além da China ser um país de extremo porte competitivo diante do mercado internacional. O cientista disse que o Brasil é uma potência emergente, porém está localizado em uma posição muito inferior a outros países nos meios de educação e ciência, e ainda disse que desta forma não se deve esperar pelo futuro para melhorar fatos deste gênero. James ainda concluiu dizendo que o futuro depende muito mais de inovações em educação e ciência do que em recursos naturais, e então o Brasil, por sua vez, deveria fazer um investimento pesado em cima destes fatores, embora seja muito difícil, a recompensa posterior é perfeita.

O Brasil é um país onde se tem grandes qualidades e grandes capacidades, porém não se investe em nada além de coisas que já estão praticamente atualizadas, os brasileiros reclamam diariamente de que o Brasil não engrena para frente devido a estes atrasos tecnológicos e científicos, e o país passa a dar a impressão de que se acomodou com o fato de ver países mais desenvolvidos como China, Japão e Estados Unidos, a serem os criadores e inovadores de tudo. O cientista James Nussenzweig é um exemplo de que o Brasil possui grandes qualidades, porém que é necessário expor tudo isso e trabalhar para que cada vez mais as áreas científicas brasileiras sejam reconhecidas.

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